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Clique aqui NHEENGATÚ - FALA BONITA Concurso literário para escritores indígenas Tema: "Em tempos de isolamento: distantes, porém unidos” ACESSE OS TEXTOS PREMIADOS NO NOSSO BLOG! FRETE GRÁTIS em compras a partir de R$300 para todo o Brasil O jornalista Tupinambá e o discurso colonizador da imprensa contra os povos indígenas Clique aqui
Entre cartas, crônicas e textos jornalísticos: o que fizeram com nosso povo? um livro de Nankupé Tupinambá Fulkaxó

Destaques

Ideias para adiar o fim do mundo – Ailton Krenak

>> Comece a leitura clicando aqui! <<

Uma parábola sobre os tempos atuais, por um de nossos maiores pensadores indígenas. Ailton Krenak nasceu na região do vale do rio Doce, um lugar cuja ecologia se encontra profundamente afetada pela atividade de extração mineira. Neste livro, o líder indígena critica a ideia de humanidade como algo separado da natureza, uma “humanidade que não reconhece que aquele rio que está em coma é também o nosso avô”. Essa premissa estaria na origem do desastre socioambiental de nossa era, o chamado Antropoceno. Daí que a resistência indígena se dê pela não aceitação da ideia de que somos todos iguais. Somente o reconhecimento da diversidade e a recusa da ideia do humano como superior aos demais seres podem ressignificar nossas existências e refrear nossa marcha insensata em direção ao abismo. “Nosso tempo é especialista em produzir ausências: do sentido de viver em sociedade, do próprio sentido da experiência da vida. Isso gera uma intolerância muito grande com relação a quem ainda é capaz de experimentar o prazer de estar vivo, de dançar e de cantar. E está cheio de pequenas constelações de gente espalhada pelo mundo que dança, canta e faz chover. […] Minha provocação sobre adiar o fim do mundo é exatamente sempre poder contar mais uma história.” Desde seu inesquecível discurso na Assembleia Constituinte, em 1987, quando pintou o rosto com a tinta preta do jenipapo para protestar contra o retrocesso na luta pelos direitos indígenas, Krenak se destaca como um dos mais originais e importantes pensadores brasileiros. Ouvi-lo é mais urgente do que nunca. Ideias para adiar o fim do mundo é uma adaptação de duas conferências e uma entrevista realizadas em Portugal, entre 2017 e 2019.

R$24,90

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  • Kariri Xocó: contos indígenas (2 volumes) – Denízia Cruz

    O livro “Kariri Xocó: contos indígenas” integra o projeto “Música e Histórias da Tribo Kariri Xocó” desenvolvido por Denízia Cruz e realizado pelo Sesc São Paulo.

    R$85,00 R$70,00

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  • Livro da cura = Una Isi Kayawa – Povo Huni Kuin

    Em “Una Isï Kayawa – Livro da cura”, o sagrado e a ciência se reúnem. O livro foi sonhado por mais de 20 anos pelo pajé Agostinho Ika Muru (1944-2011), organizador da edição juntamente com o botânico Alexandre Quinet. “Una Isi Kayawa – Livro da cura” é um livro pioneiro, que reúne o profundo conhecimento das plantas e as práticas medicinais do povo indígena Huni Kuin, também conhecido como Kaxinawa, maior população indígena que habita a região do Rio Jordão, no Acre. Prêmio Jabuti em Ciência da Natureza no ano 2015.

    Até então acessível apenas pela tradição oral, este saber ancestral começa a se tornar disponível para toda a humanidade. Realizado pelo Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ) e pela Dantes Editora, “Una Isi Kayawa” é um testemunho vivo do conhecimento do povo do Rio Jordão. Sua concepção e idealização fazem parte de um longo processo de pesquisa, encontros, conversas, rezas e relatos. Um projeto tão desafiador quanto gratificante, que envolveu dois anos e meio de trabalho ininterrupto: cinco viagens ao Rio Jordão, no Acre, e quatro residências de tradutores no Rio de Janeiro”, afirma.
    O livro foi cercado de cuidados, tanto na pesquisa quanto na sua produção. Um exemplo é a fonte hunikuin, criada em 2011 especialmente para o projeto, a partir das letras manuscritas dos cadernos de pesquisas dos pajés e aprendizes.
    Sua primeira tiragem de mil exemplares, produzida em papel plástico de garrafas pet para sobreviver à umidade da floresta. Em maio, 400 exemplares foram distribuídos entre pajés e aprendizes do Rio Jordão, em uma grande festa, e também para lideranças e pajés das 32 aldeias da região ao longo do rio. Através de uma votação entre os Huni Kuin, foi decidido que o livro poderia ser distribuído também fora da aldeia indígena.

    R$169,90

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    Antes o mundo não existia – Umusi Parokumu e Toramu Kehiri

    >> O primeiro livro de autoria indígena publicado no Brasil! <<

    Em 1978, Berta Gleizer Ribeiro, durante uma viagem ao Rio Negro para pesquisar o trançado indígena, teve notícia de que dois índios Desana haviam escrito a mitologia de seu povo. Berta foi ao encontro deles no Rio Tiquié. Durante um mês e meio trabalharam juntos. Berta datilografou, revisou e reescreveu o texto desse livro. Ela conta essa história na introdução da primeira edição de 1980, reproduzida em parte nesta edição.
    Passados alguns anos, já sem exemplares do livro, Tõrãmü Këhírii manifestou seu desejo de publicá-lo novamente. Em 1995, com aprovação da FOIRN (Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro), Antes o mundo não existia é novamente editado, tornando-se o ponto de partida da coleção Narradores Indígenas do Rio Negro, publicada pelo ISA – Instituto Socioambiental, e destinada prioritariamente ao público indígena da região. Organizada e revisada pela antropóloga francesa Dominique Buchillet em conjunto com Luiz Lana a partir do manuscrito original, a segunda edição inspirou-se na Proposta para uma Grafia da Lingua Tukano elaborada por professores Tukano e a linguista Odile Lescure.
    Em 2018 a Editora Dantes convidou Tõrãmü Këhíri, hoje com 74 anos, para vir ao Rio de Janeiro. Através de longas conversas estabelecemos algumas alterações referentes às edições anteriores. Substituímos os seguintes termos: firmamento por céu, trevas por escuridãodemiurgo por espírito, indolente por preguiçosocigarro por tabaco ou cigarro de tabacomágicas por espirituaisbalão por esferatorre por picopátio por terreirograus ou níveis por camadasnavio por canoa, comandantes por chefes, embarcação por canoa da transformaçãoancestral por vovô e descendentes por filhos. Retornamos também à opção da primeira edição quanto ao uso da palavra enchente no lugar de dilúvio.
    Tõrãmü Këhíri criou novas ilustrações, respeitando integralmente a narrativa pictórica anterior.  Com a intenção de facilitar o percurso da leitura, inserimos as novas ilustrações ao longo do texto e não mais no final como nas edições anteriores. Tõrãmü Këhíri realizou ainda novos desenhos.

    SOBRE OS AUTORES:
    Umusï Pãrõkumu, ou Firmiano Arantes Lana e seu filho Tõrãmü Këhíri, ou Luiz Gomes Lana, pertencem a um dos grupos de descendência dos Desana, os Këhíripõrã ou “Filhos (dos Desenhos) do Sonho”. Umusï Pãrõkumu era tuxáua e não falava português. Quando tinha 30 anos, Tõrãmü Këhíri resolveu passar para um caderno as histórias que seu pai sabia.

    R$49,90

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  • A origem dos filhos do estrondo do trovão – Daniel Munduruku

    O premiado autor Daniel Munduruku nos traz neste livro a história do valente povo Tariana. Fala sobre a sua origem, sua sabedoria e suas conquistas. É uma história que, segundo o autor, deve ser lida com o coração. E, junto com a sabedoria e a magia dessa história, vem também o respeito a essa cultura. O livro também traz lindas ilustrações de Rosinha.

    Este é um dos livros capazes de fazer com que os jovens tenham contato com a riqueza dos povos indígenas. É uma história empolgante, com elementos fantásticos que surpreendem e nos levam a pensar sobre a origem das coisas.

    O livro possui box informativos que complementam a história e permitem conhecer mais sobre a situação atual dos indígenas no Brasil.

    Faixa etária recomendada: de 9 a 10 anos.

    R$32,90

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    As peripécias do Jabuti – Daniel Munduruku

    Quem disse que jabuti é devagar? Pelo menos não no pensamento. Esse animal da família dos quelônios é símbolo da paciência, constância e da perseverança em vencer os desafios. Em As peripécias do jabuti, o escritor Daniel Munduruku apresenta três deliciosas fábulas contadas por um pajé às crianças de sua tribo, que se juntam próximas ao fogo em noites sem lua, para ouvir histórias de antigamente. Com ilustrações de Ciça Fittipaldi a viagem pelas páginas desse magnífico livro torna-se ainda mais intensa, pois coloca o jovem leitor em contato, além da riqueza, com a beleza plástica da nossa cultura popular, que já se vai quase esquecida. Com muita astúcia e inteligência, o jabuti, personagem principal das fábulas, se defende de seus adversários da floresta, que se consideram mais fortes e mais rápidos e se esquecem de que obstáculos não são vencidos somente com a força física. As peripécias do jabuti é o primeiro título da Coleção Fábulas de Ontem à Noite, da Editora Mercuryo Jovem, e chega em março às livrarias de todo o país. Este livro é uma importante contribuição de Daniel Munduruku e dos povos indígenas para a memória cultural do Brasil. Histórias para crianças e adultos, sobre a vida em comunidade. “Para a gente indígena não importa a forma do personagem, mas o conteúdo do que se pretende ensinar”, completa Daniel.

    Faixa etária recomendada: a partir de 8 anos.

    R$39,90

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    Historinhas Marupiaras – Elias Yaguakãg

    Em “Historinhas Marupiaras”, o autor Elias Yaguakãg, indígena do Amazonas, nos mostra, por meio de suas histórias, que a felicidade individual só tem sentido, se contribuir para a felicidade do grupo. E que pessoas felizes, sem rancor no coração, formam com os outros seres da natureza, uma forte corrente de harmonia e solidariedade. Em “Pé pro Mato” seres humanos e animais devem ser respeitados em suas escolhas, ainda que à primeira vista o ser humano tende a se sentir superior aos bichos e a exigir deles um comportamento humano que os animais desconhecem. No conto “Os três irmãos e a fera”, quem não é o mais forte tem que se valer da astúcia, sagacidade e esperteza para garantir a felicidade do grupo social. Malakuyáwá predestinado a ser, desde seu nascimento, uma pessoa especial, diferente das demais pagará um alto preço por isso: será alvo da inveja, do ciúme e da raiva de alguns de seus pares. “O menino dançarino” terá a difícil missão de abrandar o coração de seus rivais e torná-los amigos e colaboradores. Por fim, a delicada lenda do uirapuru, pássaro de aparência pouco exuberante, canto esplêndido e símbolo da solidariedade e do amor gratuito.

    Faixa etária indicada: a partir de 8 anos.

    R$30,00

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    Tetã Tekoha

    TETÃ TEKOHA – ẼG TỸ, ẼG JYKRE TÓ, VẼSÓG KI é um grito de resistência de dez jovens indígenas de etnias Guarani e Kaingang, estudantes da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Integrantes do projeto Palavra Indígena, que buscou reunir e desenvolver sua autoria e seu protagonismo, os alunos apresentam relatos em primeira pessoa, com estilo próprio – e muita emoção – numa busca de afirmação de identidade, ancestralidade e identificação com ambos os mundos: o da aldeia e o da cidade. A partir de sua experiência na universidade, onde estudam para aprofundar conhecimentos que podem ser úteis a seu povo e questionam a invisibilização e a imposição da cultura ocidental como única, querem mostrar que transitam entre os mundos sem abandonar sua essência.

    Autores(as): Alexandro da Silva Nhandewa, Ana Lúcia Ortiz Martins Kunhã Yvoty, Débora Silva, Felipe Zamboni, Jaqueline de Paula Sabino, Rodrigo Luís Tupã, Tiago Pyn Tánh de Almeida, Uerique Gabriel Matias, Valéria Lourenço Jacintho, Yago Junio dos Santos Queiroz

    R$40,00

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    Entre cartas, crônicas e textos jornalísticos – Nankupé Tupinambá Fulkaxó

    Fruto de um extenso trabalho de pesquisa do jornalista Nankupé Tupinambá Fulkaxó, o livro Entre cartas, crônicas e textos jornalísticos: o que fizemos com nosso povo?  analisa os discursos produzidos sobre os povos indígenas do Brasil, da chegada dos europeus à costa brasileira até a contemporaneidade. A pesquisa de caráter histórico reuniu mais de 5 mil documentos entre livros, revistas, cartas e tantos outros documentos históricos.

    R$37,00

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    O olho bom do menino – Daniel Munduruku

    >> Todos os exemplares adquiridos até 05/06 terão seu valor revertido para a campanha SOS Indígenas do Amazonas (siga no Instagram: @sosindigenasam) <<

    LANÇAMENTO! 

    Receba em sua casa o novo livro de Daniel Munduruku autografado, acompanhado de pôster com ilustração exclusiva de Maurício Negro! 

    “O olho bom do menino é uma história que nos ajuda a refletir sobre a existência a partir de um contraponto ao qual nem sempre estamos acostumados: a escuridão. Mas não se trata de uma escuridão que deva nos meter medo. Ao contrário, é para nos remeter aos nossos “olhos ancestrais” a fim de que possamos adentrar ao nosso espírito.
    Se posso dar um conselho a quem entrar em contato com esta obra é: Feche os olhos! Esta é a única forma de conseguirmos compreender a complexidade de ter o sentido da visão, mas só termos acesso ao nosso ser quando o deixamos se revelar a nós. Estar de olhos fechados – ainda que tenhamos sua luz – é um importante antídoto contra a cegueira que persegue nossa existência.
    Ouvir o protagonista desta história é uma forma de exercitarmos nossa humildade, combatermos nossa arrogância e aprendermos com outros olhos”.
    Desejo a todos e todas uma boa leitura!
    Daniel Munduruku

    A obra possui versão acessível em audiolivro.

    Este produto é enviado separadamente, estando sujeito a prazo de entrega diferenciado.

     

    R$40,00

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    A espiritualidade das tradições indígenas do Brasil – Arthur Shaker

    “Foi nos colocado o desafio de escrever sobre as religiões dos povos indígenas no Brasil, algo que somando-se aos esforços feitos por todos que trabalham pelo bem do mundo indígena, ajudasse no esclarecimento dos significados mais profundos que o mundo indígena nos evoca, seja como atração, aversão ou indiferença. Pois a ignorância é a raiz de todos nossos sofrimentos, diz um ditado sábio e antigo. Algo que ajudasse a pacificar o agitado e voraz waradzu, o homem branco, como dizem os Xavante”. – Arthur Shaker

    Arthur Shaker Fauzi Eid é Doutor em Etnologia Indígena pela UNICAMP. Realiza trabalhos de pesquisa cosmológica e intercâmbios culturais desde 1991 junto aos Xavante de Pimentel Barbosa (MT). Também é fundador e professor de meditação da Casa de Dharma – Centro de meditação budista Theravada, em São Paulo.

    R$40,00

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    Antes o mundo não existia – Umusi Parokumu e Toramu Kehiri

    >> O primeiro livro de autoria indígena publicado no Brasil! <<

    Em 1978, Berta Gleizer Ribeiro, durante uma viagem ao Rio Negro para pesquisar o trançado indígena, teve notícia de que dois índios Desana haviam escrito a mitologia de seu povo. Berta foi ao encontro deles no Rio Tiquié. Durante um mês e meio trabalharam juntos. Berta datilografou, revisou e reescreveu o texto desse livro. Ela conta essa história na introdução da primeira edição de 1980, reproduzida em parte nesta edição.
    Passados alguns anos, já sem exemplares do livro, Tõrãmü Këhírii manifestou seu desejo de publicá-lo novamente. Em 1995, com aprovação da FOIRN (Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro), Antes o mundo não existia é novamente editado, tornando-se o ponto de partida da coleção Narradores Indígenas do Rio Negro, publicada pelo ISA – Instituto Socioambiental, e destinada prioritariamente ao público indígena da região. Organizada e revisada pela antropóloga francesa Dominique Buchillet em conjunto com Luiz Lana a partir do manuscrito original, a segunda edição inspirou-se na Proposta para uma Grafia da Lingua Tukano elaborada por professores Tukano e a linguista Odile Lescure.
    Em 2018 a Editora Dantes convidou Tõrãmü Këhíri, hoje com 74 anos, para vir ao Rio de Janeiro. Através de longas conversas estabelecemos algumas alterações referentes às edições anteriores. Substituímos os seguintes termos: firmamento por céu, trevas por escuridãodemiurgo por espírito, indolente por preguiçosocigarro por tabaco ou cigarro de tabacomágicas por espirituaisbalão por esferatorre por picopátio por terreirograus ou níveis por camadasnavio por canoa, comandantes por chefes, embarcação por canoa da transformaçãoancestral por vovô e descendentes por filhos. Retornamos também à opção da primeira edição quanto ao uso da palavra enchente no lugar de dilúvio.
    Tõrãmü Këhíri criou novas ilustrações, respeitando integralmente a narrativa pictórica anterior.  Com a intenção de facilitar o percurso da leitura, inserimos as novas ilustrações ao longo do texto e não mais no final como nas edições anteriores. Tõrãmü Këhíri realizou ainda novos desenhos.

    SOBRE OS AUTORES:
    Umusï Pãrõkumu, ou Firmiano Arantes Lana e seu filho Tõrãmü Këhíri, ou Luiz Gomes Lana, pertencem a um dos grupos de descendência dos Desana, os Këhíripõrã ou “Filhos (dos Desenhos) do Sonho”. Umusï Pãrõkumu era tuxáua e não falava português. Quando tinha 30 anos, Tõrãmü Këhíri resolveu passar para um caderno as histórias que seu pai sabia.

    R$49,90

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    Livro da cura = Una Isi Kayawa – Povo Huni Kuin

    Em “Una Isï Kayawa – Livro da cura”, o sagrado e a ciência se reúnem. O livro foi sonhado por mais de 20 anos pelo pajé Agostinho Ika Muru (1944-2011), organizador da edição juntamente com o botânico Alexandre Quinet. “Una Isi Kayawa – Livro da cura” é um livro pioneiro, que reúne o profundo conhecimento das plantas e as práticas medicinais do povo indígena Huni Kuin, também conhecido como Kaxinawa, maior população indígena que habita a região do Rio Jordão, no Acre. Prêmio Jabuti em Ciência da Natureza no ano 2015.

    Até então acessível apenas pela tradição oral, este saber ancestral começa a se tornar disponível para toda a humanidade. Realizado pelo Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ) e pela Dantes Editora, “Una Isi Kayawa” é um testemunho vivo do conhecimento do povo do Rio Jordão. Sua concepção e idealização fazem parte de um longo processo de pesquisa, encontros, conversas, rezas e relatos. Um projeto tão desafiador quanto gratificante, que envolveu dois anos e meio de trabalho ininterrupto: cinco viagens ao Rio Jordão, no Acre, e quatro residências de tradutores no Rio de Janeiro”, afirma.
    O livro foi cercado de cuidados, tanto na pesquisa quanto na sua produção. Um exemplo é a fonte hunikuin, criada em 2011 especialmente para o projeto, a partir das letras manuscritas dos cadernos de pesquisas dos pajés e aprendizes.
    Sua primeira tiragem de mil exemplares, produzida em papel plástico de garrafas pet para sobreviver à umidade da floresta. Em maio, 400 exemplares foram distribuídos entre pajés e aprendizes do Rio Jordão, em uma grande festa, e também para lideranças e pajés das 32 aldeias da região ao longo do rio. Através de uma votação entre os Huni Kuin, foi decidido que o livro poderia ser distribuído também fora da aldeia indígena.

    R$169,90

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    Mbaé Kaá: o que tem na mata: a botânica nomenclatura indígena – João Barbosa Rodrigues

    Falante do tupi antigo, do nheengatu e do guarani, João Barbosa Rodrigues publica em 1905  Mbaé Kaá, Tapyiyetá EnoyndauaA Botânica nomenclatura indígena, uma contundente defesa do conhecimento nativo diante do meio científico. Mesmo dentro do vocabulário da época e das perspectivas do início do século é um livro fundamental para apoiar o reconhecimento da sabedoria indígena no Brasil e no mundo. A Dantes, buscou atualizar essa memória, e esticá-la aos dias de hoje, ao epicentro que é o Jaraguá, uma aldeia urbana do povo Guarani em plena cidade de São Paulo. A nova do edição livro foi ilustrada por crianças, jovens e adultos Guarani durante uma oficina em setembro de 2018 na aldeia Pyau. Foram também elaboradas novas notas. A apresentação é assinada por Sergio Besserman e a introdução por Fabio Rubio Scarano.
    Considerando a importância da publicação o livro conta com o apoio do Jardim Botânico do Rio de Janeiro e com o patrocínio da Associação de Amigos do Jardim Botânico do Rio de Janeiro e da BPBES – Plataforma Brasileira de Biodiversidade Serviços Ecossistêmicos.

    SOBRE O AUTOR:
    João Barbosa Rodrigues nasceu em 1842 durante o Império, no Rio de Janeiro.
    Foi professor de desenho no Colégio Pedro II, diretor do Museu Botânico do Amazonas, em Manaus, e diretor do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, onde trabalhou até morrer em 1909. Realizou diversas expedições, entre elas uma no vale do Rio Amazonas, de 1872 a 1874, com o objetivo de complementar os estudos sobre palmeiras de von Martius.
    A pesquisa de campo era tão importante em sua carreira que criou no Jardim Botânico, o cargo de naturalista viajante.
    Publicou também Sertum Palmarum Brasiliensium, em 1903, uma obra impressionante em dois volumes contendo 389 espécies de palmeiras ilustradas e seus usos descritos.

    R$38,00

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    Marçal Guarani: a voz que não pode ser esquecida – Benedito Prezia

    Marçal Guarani, ou Marçal Tupã´i – o pequeno Deus trovão – foi o inesquecível líder indígena que ousou enfrentar o poder estabelecido com seu pequeno corpo e sua voz de trovão, a voz mais eloquente em defesa da causa indígena – como afirmaria o famoso antropólogo Darcy Ribeiro ao ter notícia de seu assassinado em 1983. Este livro é outra contribuição fundamental para avivarmos nossa memória histórica e social.

    R$7,00

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  • Nosso Blog

    Enquanto houver o cheiro da terra molhada, por Pako Jacutinga

    Enquanto houver o cheiro da terra molhada¹, por Pako Jacutinga²   Não comia a cal das paredes como Rebeca de Gabo, mas era na cozinha que não nos nutríamos apenas de alimentos para o estômago. Durante as tempestades…

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    O Brasil virou Aldeia em meio a pandemia, por Reginaldo Kanindé

    O Brasil virou Aldeia em meio à pandemia¹, por Reginaldo Kanindé²   Em uma manhã ensolarada daquelas que contagia, onde o brilho do sol resplandece a alegria, um velho índio contava uma história que existia. Segundo ela, o…